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Apostas com criptomoedas dificultam investigação sobre Lucho Acosta

Apostas consideradas atípicas relacionadas a um cartão amarelo recebido por Lucho Acosta fizeram a CBF iniciar uma apuração preliminar. Parte das movimentações teria sido realizada com criptomoedas, dificultando a identificação dos responsáveis.

Por Redação Flu na Veia · 28 de julho de 2026 às 22:00
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O meia Lucho Acosta, do Fluminense, passou a ser investigado após um relatório da Sportradar apontar um volume suspeito de apostas envolvendo o cartão amarelo recebido pelo jogador contra o Bragantino, pela 19ª rodada do Campeonato Brasileiro. A empresa foi contratada pela Fifa para monitorar a integridade das competições.

A apuração começou depois que a casa de apostas Stake identificou uma movimentação atípica relacionada à possibilidade de o jogador ser advertido. O caso foi comunicado à Sportradar e, conforme informações divulgadas pelo UOL, encaminhado à CBF.

Ainda segundo a publicação, parte das apostas foi feita com criptomoedas, o que dificulta a identificação dos responsáveis pelas operações. Polícia Federal, Ministério Público e STJD também foram comunicados sobre o caso.

A investigação está em fase inicial e, até o momento, não há prova ou indício de participação de Lucho Acosta em um esquema de manipulação. O cartão foi aplicado nos acréscimos, após um princípio de confusão com um atleta do Bragantino, em um fim de partida que teve expulsões para os dois lados.

Fonte: NETFLU

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