Clubes descartam paralisação do Brasileirão após restrições às bets
Clubes da Série A discutiram interromper o Campeonato Brasileiro em reação à Medida Provisória 1.394/2026, mas a possibilidade não avançou. O Fluminense acompanha os efeitos comerciais da medida e a articulação jurídica no STF.
Os clubes da Série A avaliaram paralisar o Brasileirão como resposta à proibição das bets no Brasil. A proposta foi descartada diante da falta de datas para a reposição dos jogos e da postura neutra da CBF no caso.
O Fluminense está entre os clubes da primeira divisão que mantêm relação comercial com empresas de apostas e, por isso, também é afetado pela Medida Provisória 1.394/2026.
Com a paralisação fora dos planos, os clubes passaram a discutir uma atuação conjunta no Supremo Tribunal Federal para tentar reverter os efeitos da medida. Até o momento, porém, o Flamengo avançou individualmente ao ingressar no STF como interessado em ações que questionam a MP. O Palmeiras avaliou uma iniciativa própria, mas recuou.
A restrição às bets também atinge o mercado de patrocínios. Segundo levantamento citado pela imprensa, 14 dos 20 clubes da Série A tinham patrocinadores máster ligados ao setor, e as equipes buscam alternativas para substituir essas receitas. No caso do Fluminense, a mudança pode reduzir a exposição comercial dessas empresas.
Fonte: NETFLU
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