

Fluminense adia parcela trabalhista de R$ 1,35 milhão até 30 de outubro
O Fluminense obteve mais prazo para quitar uma parcela trabalhista de R$ 1,35 milhão. Segundo o Netflu, o clube atribuiu as dificuldades financeiras ao impacto da medida provisória que suspendeu as apostas de quota fixa no Brasil.
De acordo com o portal A Gazeta News, citado pelo Netflu, o Fluminense solicitou ao Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT-1) o adiamento do pagamento referente à parcela de setembro. A Justiça determinou que o valor seja quitado até 30 de outubro, junto com outra parcela de R$ 1,5 milhão.
No pedido, o clube afirmou que a medida provisória provocou impacto financeiro imediato e substancial, dificultando o cumprimento de compromissos, entre eles a obrigação trabalhista. O Fluminense também declarou que busca novas fontes de receita enquanto aguarda uma possível suspensão dos efeitos da MP.
O clube tem contrato com a Superbet, com receitas previstas de aproximadamente R$ 53 milhões por ano. Conforme o relato, não foi informado no processo se o acordo foi suspenso após a entrada em vigor da medida. O Fluminense também está entre os clubes que ingressaram em ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar suspender a MP.
A ação trabalhista reúne execuções em favor do Sindicato dos Empregados em Clubes, Federações e Confederações Esportivas e Atletas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro. Segundo o advogado Marcelo Robalinho, do RA Law, esse modelo concentra processos e direciona parte das receitas ao pagamento dos credores, conforme critérios definidos pela Justiça.
Fonte: NETFLU
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