

Fluminense aparece entre clubes mais afetados por veto às bets, aponta levantamento
O Fluminense teria uma redução estimada de 4% na receita anual em um dos cenários analisados sobre o veto às casas de apostas. O levantamento foi produzido pelo economista Cesar Grafietti e publicado pelo UOL, segundo o NETFLU.
O Fluminense está entre os clubes que poderiam sofrer impacto financeiro com o veto às casas de apostas no Brasil. Em um cenário de manutenção da proibição até o fim de 2026, a estimativa indica uma redução de 4% na receita anual do clube.
O percentual coloca o Tricolor ao lado de Botafogo e Atlético-MG. Flamengo, Corinthians e Palmeiras aparecem no topo do ranking, com perdas projetadas de 6%, enquanto Vasco e São Paulo têm estimativa de 5%.
O recorte do levantamento considera perdas entre outubro e dezembro de 2026, caso a medida provisória que vetou as bets seja derrubada pelo Congresso e permita a retomada das atividades. Na lista dos dez clubes analisados, o Santos aparece com 3%, e o Cruzeiro, com 2%.
Em outro cenário, que calcula o impacto da retirada de patrocínios de casas de apostas e de placas publicitárias das receitas recorrentes, o Fluminense aparece em oitavo lugar. Nesse caso, a estimativa é de queda de 15%, de R$ 463 milhões para R$ 391,4 milhões.
Antes patrocinado pela Superbet, o clube passou a utilizar temporariamente a marca Superscore, aplicativo de resultados e dados esportivos da mesma empresa. Conforme a justificativa apresentada pelos clubes, a marca não faz publicidade de apostas, odds ou sugestões de jogos.
A medida provisória e ações que questionam sua validade também são discutidas no STF. Uma audiência pública convocada pelo ministro Luiz Fux para 3 de novembro reunirá clubes, entidades e representantes do governo para tratar dos impactos econômicos da proibição.
Fonte: NETFLU
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