

Fluminense reúne gerações na disputa pelo posto de maior ídolo
Castilho, Rivellino, Assis, Fred e Germán Cano construíram legados distintos e são apontados como referências por diferentes gerações de torcedores do Fluminense.
A escolha do maior ídolo da história do Fluminense não é consensual. A percepção varia conforme a geração, o período acompanhado e o significado atribuído à relação com o clube.
Para a torcida mais antiga, Carlos Castilho é lembrado pela dedicação ao Fluminense. Em 1957, o goleiro optou pela amputação parcial do dedo mindinho esquerdo, afetado por uma lesão recorrente, para retornar aos gramados em duas semanas. Ele disputou 698 partidas pelo clube.
Roberto Rivellino marcou a década de 1970 e a chamada Máquina Tricolor. Em sua estreia, em 1975, fez três gols na vitória por 4 a 1 sobre o Corinthians, seu ex-clube. Ao todo, disputou 158 partidas, marcou 57 gols e conquistou os Campeonatos Cariocas de 1975 e 1976.
Na década seguinte, Assis ganhou destaque ao lado de Washington, com quem formou o “Casal 20”. O atacante conquistou o Campeonato Brasileiro de 1984 e os Cariocas de 1983, 1984 e 1985, além de ter recebido o apelido de “Carrasco do Flamengo” por gols decisivos contra o rival.
Entre os torcedores que acompanharam o clube a partir dos anos 2000, Fred ocupa posição especial. O centroavante foi protagonista dos títulos brasileiros de 2010 e 2012, além de ter sido um dos símbolos da reação contra o rebaixamento no Campeonato Brasileiro de 2009. Ele é o maior artilheiro do Fluminense em jogos oficiais, com 199 gols.
Na geração mais recente, Germán Cano passou a ser citado após chegar ao clube em 2022. No ano seguinte, marcou 13 gols na Libertadores, incluindo o da final contra o Boca Juniors, no Maracanã, na campanha que levou o Fluminense ao primeiro título da competição.
Fonte: O Dia
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