

Mudança de estádio reduz pressão sobre o Fluminense em Mendoza
O Fluminense enfrentará o Independiente Rivadavia no Malvinas Argentinas, nesta terça-feira (18), pelas oitavas de final da Libertadores. O estádio foi escolhido porque o Bautista Gargantini não atende a todas as exigências técnicas da Conmebol.
O confronto será disputado no principal estádio de Mendoza, e não no Bautista Gargantini, casa tradicional do Independiente Rivadavia. Conhecido como “La Catedral del Parque”, o local está ligado à identidade do clube e tem capacidade aproximada para 24 mil pessoas.
A mudança para a Libertadores ocorre por problemas de infraestrutura, incluindo iluminação, vestiários, acessos e outros requisitos para a operação das partidas. O Malvinas Argentinas, construído para a Copa do Mundo de 1978, comporta cerca de 42 mil torcedores e possui estrutura para grandes eventos internacionais.
Apesar de resolver as exigências técnicas e permitir um público maior, o estádio também reduz o impacto da torcida local. Como sua capacidade é superior ao tamanho habitual do público do Rivadavia, a pressão das arquibancadas tende a ser menos concentrada do que no Bautista Gargantini.
Na fase de grupos, o Fluminense empatou por 1 a 1 com o Rivadavia em Mendoza e conseguiu desenvolver seu jogo sem sofrer pressão externa tão intensa. Agora, após o empate sem gols no Maracanã, o duelo vale uma vaga entre as oito melhores equipes da América, e uma vitória classifica os argentinos.
Fonte: Lance!
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