

Nova lei amplia exigências para o futebol feminino e alcança o Fluminense
A Lei nº 15.522 estabelece novas diretrizes para o desenvolvimento do futebol feminino e amplia responsabilidades de clubes, CBF e poder público. O Fluminense terá de acompanhar as exigências voltadas à formação de atletas.
Sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a nova legislação cria regras para fortalecer o futebol feminino brasileiro. Entre as medidas estão mudanças relacionadas às categorias de base e à profissionalização da modalidade.
Clubes e organizações envolvidos na formação de jogadores deverão ampliar a atenção ao futebol feminino. As atletas também passam a ter os mesmos direitos e benefícios previstos na formação masculina.
A lei prevê ainda a redução gradual do número de atletas não profissionais nas principais competições nacionais. Na primeira divisão, o limite inicial será de quatro jogadoras por equipe.
As Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs) que trabalharem com formação de atletas deverão contemplar o futebol feminino ou manter uma estrutura específica para a formação de jogadoras. O Ministério do Esporte também terá participação no incentivo às categorias de base e na ampliação da presença de meninas no esporte.
Para o Fluminense, as novas regras reforçam a necessidade de atenção à estrutura destinada ao futebol feminino e ao trabalho de formação. A legislação também inclui ações para ampliar a presença de mulheres na arbitragem, na gestão e nas comissões técnicas, além de medidas de proteção contra racismo, discriminação, preconceito e violência.
Fonte: NETFLU
Informação que importa, direto do Flu na Veia.
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